Chove cocô sobre família canadense..

Suspeitas recaem sobre  avião que teria despejado conteúdo do banheiro de modo irregular




Família Gilfillan-Giannakos não lavou a lona que ficou suja pela chuva de cocô e espera compensação pelo prejuízo


Era um fim de trade como outro qualquer na pequena e pacata cidade de Mississauga, perto de Toronto, no Canadá, e Emma Gilfillan-Giannakos estava na varanda vendo seus filhos brincarem no quintal.



Do nada, ela ouviu um baita barulhão — SPLASH! — e uma fedentina desgraçada tomou conta de suas narinas.

Emma ficou sem saber o que era. De cara, imaginou que seria uma tempestade de verão (é verão no Canadá agora), mas não durou nem dois segundos.

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Emma havia acabado de tirar a cobertura da piscina e, sobre a lona, havia manchas marrons. Muitas delas! E não era só sobre a lona: o pátio pavimentado estava cheio delas, assim como o jardim. Na piscina, vários toletinhos minúsculos boiavam sem rumo.

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Sem saber o que fazer, Emma tentou buscar conhecimento da maneira mais simples possível.

— Eu meti o dedo na água, tirei e cheirei. Era cocô sim. Tenho certeza.

A família Gilfillan-Giannakos mora cerca de 20 km distante do aeroporto Pearson, em Toronto, e aviões sobrevoam a casa deles todo o dia e, assim sendo, a suspeita recaiu imediatamente sobre uma aeronave.

Maryse Durette, representante das autoridades aéreas do Canadá, diz não ser capaz de afimar com tanta veemência que os dejetos são mesmo cocô, mas ofereceu uma tese razoável a repeito de onde eles poderiam ter vindo.

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Segundo Durette, todo avião tem um reservatório especial para dejetos dos seus banheiros e eles só são esvaziados em locais especiais, em terra, em cada aeroporto. O que acontece, porém, é que alguns apresentam defeitos e vazam e, na altura em que isso acontece, as fezes se congelam e grudam na fuselagem do avião.

— Quando a aeronave começa a descer, a atmosfera fica mais quente e os dejetos começam a descongelar e desgrudam da aeronave.

Se ficar provado que os dejetos são mesmo fezes oriundas de um avião, as autoridades irão descobrir qual avião apresentou a falha e exigir reparos.

A família Gilfillan-Giannakos espera receber o equivalente a R$ 10 mil para compensar a grana que eles tiveram que gastar para trocar toda a água de sua piscina — ou a coisa vai feder para o lado da empresa que aprontou essa sujeira.

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